terça-feira, 19 de julho de 2011

Atualização e marketing pessoal são elementos chave para carreira sustentável.


Consultor de carreira orienta profissionais para que não deixem que seu trabalho perca valor ao longo dos anos.



Se antigamente as empresas eram as principais responsáveis pelas carreiras de seus funcionários, e as demissões eram casos muito mais raros do que observamos atualmente, hoje os profissionais precisam correr atrás de atualização constante, saber trabalhar seu marketing pessoal e ter muita atitude para terem uma carreira sustentável.

De acordo com o presidente da Lens & Minarelli, consultoria especializada em aconselhamento de carreira de executivos, José Augusto Minarelli, “uma carreira sustentável é aquela que tem condições de continuar apesar das demissões”. Ou seja, o profissional é hábil o suficiente para se manter no mercado mesmo com as eventuais interrupções.

Nesse contexto, para que o indivíduo permaneça interessante aos olhos do mercado e que o trabalho ou serviço por ele oferecido continue tendo utilidade para alguém é preciso se atualizar constantemente. “Como as necessidades das empresas evoluem, o profissional também precisa evoluir”, avalia Minarelli.

Atualiza-se já!

Para que seu trabalho não perca valor ao longo da sua carreira, é preciso investir tempo e dinheiro. O consultor recomenda a educação continuada, muita leitura e curiosidade sempre. Não se esqueça: estar empregado atualmente não é garantia de uma carreira certa.

A lógica é bastante simples, se o profissional se acomodar, o empregador, ou seja, aquele que está comprando o serviço, fatalmente ficará insatisfeito e se dirigirá ao mercado em busca de outro profissional. Portanto, não permita que o seu trabalho seja superado, caso contrário, você pode perder seu espaço.

Desenvolva seu marketing pessoal

O marketing pessoal também faz parte dos elementos chave que vão contribuir para uma carreira sustentável. Minarelli explica que não adianta o indivíduo ser um ilustre profissional se ninguém o conhece.

Quando as empresas vão recrutar um profissional, a prática da famosa “indicação” é muito comum, ou seja, os responsáveis pela contratação vão, em um primeiro momento, consultar suas memórias. Logo, aqueles profissionais que têm um bom networking serão mais facilmente chamados.

Na hora de trabalhar seu marketing pessoal tenha sempre em mente que é importante ser conhecido por quem interessa. Na sua empresa, faça com que os líderes de outras áreas saibam quem você é, quais são as suas competências e o que você é capaz de fazer.

Oportunidade para se expor não existe apenas dentro na empresa, fora dela o universo é ainda muito maior. Para mostrar suas competências, explore seu contato de conhecidos, fornecedores e clientes. Além disso, é interessante participar de associações profissionais, feiras, congressos e canais de comunicação que possam ser usados, por exemplo, para publicar artigos.

“Se a pessoa perde o emprego é preciso que os demais profissionais do mercado saibam que ela existe e, mais do que isso, que é boa no que faz”, observa Minarelli. Tenha sempre em mente que as pessoas sempre podem estar precisando de alguém justamente com o seu perfil, mas, para te contratar ou te indicar para uma oportunidade, eles precisam saber que você existe.

Saúde e Atitude

Dada a devida atenção aos estudos, à leitura e à atualização em geral e, depois de desenvolver suficientemente seu marketing pessoal, cuide da sua saúde, mental e física, e das suas atitudes dentro e fora da empresa.

Em relação à saúde, sobretudo a mental, saiba que ninguém consegue ter uma carreira sustentável se não for capaz de lidar com as pressões do mercado de trabalho, as quais estarão sempre presentes, não importa a profissão que você escolher. A saúde física também permite que você tenha um desempenho melhor.

Por fim, cuidar da sua atitude pode o levar longe. Observe que todos a sua volta estão prestando atenção em como você se comporta, se você é agradável e simpático ou se é egoísta e arrogante. O mercado tende a excluir aqueles profissionais que não adotam uma postura positiva e colaborativa, então se esforce em mostrar um comportamento adequado com seu chefe, seus clientes, fornecedores e nos demais relacionamentos que possuir.

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

4 Dicas para Melhorar sua AutoConfiança.

Ter autoconfiança significa ter confiança em si mesmo. Isso significa que você acredita ou confia em seus próprios poderes.
Você está positivo, mas também realista, na sua avaliação de seus pontos fortes e habilidades. Autoconfiança também é uma atitude. Você conhece pessoas que exalam confiança em si mesmo? Elas sabem que estão em seu elemento, sua força suprema, e é como um brilho invisível cercando-os.
Ter confiança em você mesmo é algo aprendido. Sua forma era provavelmente primeiro na infância por suas experiências, incluindo o opinião de pessoas próximas a você.
Mas a boa notícia é que não é uma característica hereditária, o que significa que se você não se sentir bem sobre o seu nível de confiança, é algo que você pode mudar.
Há boas razões para ter uma atitude positiva sobre você mesmo. Você está disposto a jogar com seus pontos fortes? Você está mais disposto a ficar fora de sua zona de conforto e experimentar algo novo?
Com extrema confiança o mundo inteiro parece convidativo e você sente que pode fazer qualquer coisa que você põe na sua mente.
Se você quer aumentar a sua confiança, inclua algumas dicas. Claro, o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Dar-lhes uma oportunidade justa e, então, concentrar-se naqueles que ressoam com você.
1- Sinta-se bem com você mesmo: Procure se vestir com as roupas que fazem você sentir-se uma pessoa poderosa e bem sucedida.
Mulheres, não abra mão da maquiagem e penteado só porque você trabalha em casa. Se você quer ser o dono da galeria de sucesso, então se vista a parte, esteja muito bem com você mesmo.
2- Dê a volta: Oferecer seu tempo e conhecimentos. Quando você parar de pensar em você mesmo por um tempo e prestar atenção aos que estão piores, isto o ajuda a ver que você tem muito mais coisas do que se pensava inicialmente.  Ajude os outros e terá um impacto positivo sobre você.
3- Exercício: Fazer exercício, o faz sentir mais confiante sobre você mesmo. Além disso, o exercício ajuda a afastar pensamentos negativos e estresse.
4- A linguagem corporal: Pare e olhe para você mesmo. Você está com os ombros curvados para frente? Sente-se direito e jogue os ombros para trás e perceberá a diferença em como isso faz você se sentir-se bem. Caminhar com um ar confiante, até a cabeça, passos largos, ritmo acelerado, e sorrir para as pessoas. É incrível como o mundo muda em torno de você… Isto é se você estiver Mudando!
Tornar-se autoconfiante não acontece em um instante, mas é algo que você pode melhorar se você trabalhar para isso. Tente estas ideias e concentre-se naquelas que mais ajudam você.
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Sucesso Agora

Os 7 pilares de um bom plano de marketing.

A dica de hoje foi dada por Adam Toren no portal Young Entrepreneur
  1. Defina seu público-alvo (e seja o mais específico que puder)
  2. Desenvolva uma mensagem clara e concisa que pode ser usada em todos os canais
  3. Identifique objetivos de curto e longo prazo pra cada canal, assim como um objetivo geral
  4. Estude seu mercado para descobrir onde seu cliente busca informações sobre produtos
  5. Tenha um orçamento para o marketing (Lembre-se: mídia social não é de graça quando você faz bem-feito)
  6. Trabalhe em cada canal de marketing individualmente, depois faça a integração no plano
  7. Meça e faça experimentos constantemente! Seu plano precisa ser flexível para se adaptar às mudanças no mercado e no setor
Viu? Não é tão difícil!
Claro que isso vai além dos 7 passos, mas nenhum deles é algo de outro mundo. Pesquisa para achar informações na área que você tem dúvidas. E se for muito, contrate alguém.
O que importa é, não ignore essa parte da sua empresa, não importa o que aconteça. Uma boa estratégia de marketing pode levar sua empresa exatamente onde você quer que ela chegue.
Para se aprofundar no tema, recomendo muito nossa sessão Plano de marketing.
Se quiser mais dicas para o dia-a-dia da sua empresa, assine nosso RSS ou siga-nos no Twitter: @empreendemia.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

As características de um líder do século 21.

A dica de hoje foi enviada por Daniel Domeneghetti através do blog da HSM Update or Die!
Dom Strategy Partners finalizou seu mais novo estudo sobre Liderança nas empresas. Veja as principais conclusões delineadas nas 10 competências essenciais dos líderes talhados para serem bem-sucedidos nos mercados ultra-competitivos do Século XXI:
  1. Dedicação & Foco
  2. Integridade e Confiança
  3. Visão Inspiradora
  4. Visão Compartilhada
  5. Criatividade
  6. Comunicação Clara e Intermitente
  7. O Trabalho em Grupo e os Diferentes
  8. Humildade com Respeito
  9. Motivação, Proteção & Promoção do Desempenho Superior
  10. Se Importar Genuinamente
Para saber os detalhes de cada um destes itens, clique aqui.
Falando nisso, você sabe quais são as 4 características essenciais de um líder?
Se você quiser saber mais sobre liderança, independente do século, assine nosso RSS ou siga-nos no Twitter: @empreendemia.

Entrevista: Como a Tecnisa tem se beneficiado das mídias sociais.

Roberto Aloureiro é gerente de redes sociais da construtora Tecnisa, um dos maiores cases de sucesso de presença digital no Brasil.
Abaixo ele responde algumas perguntas sobre como uma empresa que não é de TI conseguiu virar uma referências nas redes sociais e também passa dicas para as empresas que querem ter maior presença online.
1- O uso de redes sociais é restrito para empresas de tecnologia, ou qualquer tipo de empresa pode obter bons resultados?
Qualquer tipo de empresa pode ter bons resultados. É claro que para certos produtos as redes sociais são mais fáceis de serem trabalhadas, mas veja nosso caso, somos uma construtora, que vende imóveis com ticket médio de 350mil reais e somos referência. Ou seja, uma boa estratégia é o que é mais essencial para se obter os bons resultados.
2- Como foi o começo da estratégia da Tecnisa em redes sociais?
Na verdade a pergunta deveria ser como as redes sociais entraram na estratégia da Tecnisa, pois temos uma estratégia de presença e venda on-line desde 2001.  Em 2006, criamos nosso blog corporativo e consideramos essa data como nosso marco zero nas redes sociais, de lá pra cá a coisa foi acontecendo organicamente e de forma bem natural, criando um canal de cada vez, conforme a necessidade, até que finalmente em 2008 a grande demanda exigiu a criação do cargo de gerente de redes sociais e de uma estratégia mais direcionada e bem definida nesse segmento.
3-Quais foram os principais resultados obtidos com a presença digital da Tecnisa?
Para nós o principal resultado são as vendas online  que representam 30% do total de vendas da empresa, além disso ganhamos grande reconhecimento de marca e somos referencia de atuação on-line não só em nosso segmento mas no mercado de forma geral.
4- Quais as dicas para os empreendedores que querem expandir sua presença em redes sociais?
A principal dica é olhar para dentro da empresa e saber se ela realmente pode se expor dentro das redes sociais.
A empresa deve se perguntar:
  • Temos foco no cliente?
  • Vamos resolver o problema do nosso cliente?
  • Vamos interagir?
  • Como vamos reagir às críticas que muitas vezes são duras e pesadas?
  • Vamos conseguir gerar conteúdo relevante?
Para saber mais sobre a presença digital da Tecnisa, confira os twitters do Roberto, daTecnisa, o blog e a página de cases da Tecnisa em mídias sociais.

terça-feira, 12 de julho de 2011

O que escrever no Twitter e como divulgar?



Agora que você já criou o seu perfil no Twitter e as dicas iniciais já foram dadas (Dicas de boas práticas no Twitter), está na hora de começar a colocar conteúdo, ou seja, a produzir tweets.
Sempre recomendo o Twitter como ferramenta de divulgação para qualquer negócio, pois é rápido, simples, objetivo e a interação com o público é bem dinâmica. Vamos dizer que você tem uma empresa do ramo de hotelaria e precisa aumentar as suas vendas, ou seja, número de hóspedes. Comece divulgando o seu serviço, sem esquecer que são apenas 140 caracteres, então você precisa utilizar palavras-chaves chamativas.
Faça uma busca de palavras-chaves para o seu negócio, recomendo o Google Adwords e também o Double Click Adplaner. Se em sua pesquisa você descobre que “hotel barato no rio de janeiro”, “hotel perto da praia” e “hotel no rio” são palavras-chaves com uma busca significativa, então procure utilizá-las em seus anúncios, não necessariamente igual como apareceram na pesquisa, por exemplo: “venha para o #rio e tenha segurança e conforto perto da #praia”.
Apesar de você já ter algumas palavras-chaves para usar não basta apenas isto, faço uso da hashtag, pois isso ajuda os seus anúncios a aparecerem na listagem de tweets com estas palavras. Citarei um exemplo: um usuário entra noTwitter procurando tweets sobre hotel no rio. Se você colocou a hashtag em nos seus anúncios (#hotelrio) eles irão aparecer na busca feita por este usuário.
Dê RT e use o @, ou seja, interaja com o seu público. Se apareceu uma mensagem interessante na sua timeline que valha a pena compartilhar, então dê RT. Se um usuário fez algum comentário sobre sua estadia de final de semana no rio de janeiro, faça um reply, ou seja, converse com ele, escreva algo sobre o que ele falou. Mostre ao seu público que você está atualizado sobre o seu ramo de negócios e disposto a dialogar e compartilhar ideias.
Então, curtiram estas dicas? Vale ressaltar que para trabalhar com uma campanha online para sua empresa é necessário ter um profissional dedicado a isso. Não pense que você terá tempo de cuidar do seu marketing digital ao mesmo tempo em que cuida da sua empresa. Não basta criar as redes sociais, tem que divulgar e interagir. No próximo post, o assunto será sobre as promoções nas mídias sociais com alguns exemplos no Twitter.
Escrito por Natália Alves 
Formada em Jornalismo, mas trabalha como freelancer na área de Marketing Digital. Blogueira assumida, além de cuidar dos blogs dos clientes possui dois de sua autoria, um sobre redes sociais e o que criou desde a época de faculdade, o NNoticia.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Conteúdo para mídias sociais não deve ser discurso de venda direta.

Conteúdo teria de ser lúdico e com linguagem publicitária, com foco em vendas




Um dos clientes atendidos por Dr. Conteúdo, núcleo de conteúdo que criei e coordeno, me chegou com o briefing indo direto ao ponto: o conteúdo teria de ser lúdico e com linguagem publicitária, com foco em vendas.
Eram posts para o Twitter (tweets) e para o Facebook. O serviço a ser ofertado eram ingressos para um espetáculo internacional de cunho infanto-juvenil (tom lúdico). Logo, o discurso de vendas deveria ser direcionado principalmente aos pais (que, diga-se de passagem, detêm o poder de compra).
O cliente em questão chegou por meio de uma agência parceira, que, não podendo atender à demanda, repassou para Dr. Conteúdo.
Até aí, tudo bem; não íamos recusar a proposta, justamente por não ser um cliente direto – como falei, era cliente da agência, que nos repassou o serviço, o que é uma prática até comum. Mas se fosse um cliente direto de Dr. Conteúdo, o aconselharíamos a mudar o enfoque, e, juntos, mudarmos o planejamento de conteúdo, não usando uma linguagem de vendas tão intensa e ostensiva.
Consolidação da marca
Quem tem mais possibilidades de ganhos: o vendedor que apenas anuncia o nome e o preço do produto, ou o que fala o nome e o preço, mas também os benefícios e vantagens, que sorri, que brinca, que entretém?
O segundo tem muito mais chances de vender e obter mais lucros (que é o que todos buscamos no final das contas) do que o primeiro, ainda que a médio e longo prazo, porque ao informar também (e principalmente) as vantagens e benefícios do produto e por criar uma empatia e aproximação com os potencias clientes, ele planta uma semente e começa uma relação – e relação se constrói a médio e longo prazo.
Eu mesmo assisti a ambas as situações por diversas vezes: no ônibus, um vendedor de balas e guloseimas, que apenas fazia um discurso de coitado e falava o nome e o preço do produto, vendia uma ou duas unidades; outro, que já chegava entretendo todo mundo, contando piadas e “causos”, rindo, apontando características até engraçadas nas pessoas, falava dos benefícios do produto, que em casa a esposa, o marido e as crianças iam gostar, este vendia dezenas de unidades das guloseimas.
A mesma coisa deve acontecer com as empresas nas mídias sociais: elas devem entender (e principalmente as agências devem evangelizar e alertar) que estes são canais de relacionamento, de diálogo e de consolidação da marca a médio e longo prazo, e não de vendas diretas, com uma sistemática na qual apenas se canta o produto e seu preço e espera-se comprador. Aí a frustração vem a galope, até que assimilem que primeiro tem de preparar o terreno, estar preparado para debater, atender, responder, solucionar…
Voltando ao caso do cliente do início
Produzimos o conteúdo daquela ação pontual, de acordo com o que queria o cliente e de acordo com o planejamento da agência, mas certamente esse cliente teria muito mais resultados a médio e longo prazo se adotasse uma abordagem baseada mais em informação e entretenimento, em diálogo e relacionamento, e menos em venda direta.
A venda existe e deve existir nas mídias sociais? Sim, claro! Mas não só a venda; ela e tudo que vem antes e depois, desde a prospecção e o pré-venda, passando pelo bom atendimento até o pós-venda, como nos canais tradicionais, num ciclo de trabalho contínuo de gerenciamento e fortalecimento de relacionamentos – tudo suportado online pelo conteúdo, que deve ser pensado, avaliado, planejado e produzido por quem conhece as diversas facetas da comunicação, do marketing, das pessoas, das relações comerciais e humanas.
Experiências, sensações e sentimentos valem muito mais do que um “quer pagar quanto?”.

Quem sou eu

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Assis, São Paulo, Brazil